Na natureza selvagem – Jon Krakauer

“Gostaria de repetir o conselho que lhe dei antes: acho que você deveria promover uma mudança radical em seu estilo de vida e começar a fazer corajosamente coisas em que talvez nunca tenha pensado, ou que fosse hesitante demais para tentar. Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso que parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito aventureiro do homem que um futuro seguro. A coisa mais essencial do espírito vivo de um homem é sua paixão pela aventura. A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências.”

15 respostas para Na natureza selvagem – Jon Krakauer

  1. milton ribeiro disse:

    Não acho que o ideal proposto no livro deva ser aprovado pelo leitor. Minha opinião é que se trata de um apelo emocional impulsionado pela veracidade da existencia do personagem , e temperado pela sua morte final , tentando levar a um grande consumo de uma publicação . É uma formula conhecida. O personagem deveria ser visto como alguém perdido em seus próprios desejos narcisistas , que resultou em seu estabelecimento em um pano de fundo desertico , como mostra o lugar que buscou para se alocar. No fim das contas , êle buscou atingir o mesmo fim que em seu discurso rejeitou , apenas um relato inconciente .

  2. Não é uma boa idéia tentar vender como uma obra cult , o suicídio de um jovem impotente em assumir algum tipo de liderança frente a sua família conservadora.Existe grande conotação narcisista no personagem .Seu discurso repetitivo.Melhor seria considerar esta obra como uma aventura , similar a 11 homens e um destino , assaltantes de bancos , repleta de maus exemplos . Enfim mais uma amostra da confusão da sociedade americana , que os brasileiros vão endossar enganosamente.

  3. Cândido e o otimismo disse:

    Um idealista que tinha a força e firmeza necessária para desenvolver e manter seus princípios, pelos quais acreditava firmemente serem necessários para a verdadeira vida. Antes de tudo um exemplo notável da sólida capacidade de raciocínio, em elevado nível, ao qual pode chegar um ser humano de nobres virtudes e valores

  4. Daniel disse:

    Acredito que no mundo existam pessoas das mais diferentes formas de pensamento e sentidos. O que me parece, nos comentários acima, é que estes senhores não possuem em seu espírito, nada parecido com o que “Chris McCandless” tinha em seu interior. Julgar é muito fácil, e falar sobre os outros, principalmente sem conhecê-los, é mais fácil ainda. Não acho que o protagonista teve um final feliz, mas acredito que ele compreendeu coisas importantíssimas, que se tivesse obtido a oportunidade de usufruí-las, teria conquistado sua liberdade e felicidade por completo. Existem coisas que o “coração” nos diz, e poucas pessoas se fazem merecedoras de sentir e entender tudo o que brota em seu interior…

  5. Roberto disse:

    Milton, você é um perfeito idiota. Ele não se isolou por narcisismo, mas para se ver livre de espíritos pequenos e covardes como o seu. Encare os passos dele como um meio, não como um fim. A liberdade é algo muito grande onde os caminhos são muitos, diferente do seu pensamento tolo e retrógrado, que segue o caminho como um burro atravessa um pasto.

  6. milton disse:

    Roberto
    Segundo sua afirmação , um homem deve se ver livre de pessoas covardes e de espíritos pequenos para poder ser alguém realmente digno.
    Será que você não vê a contradição teórica desta afirmação ?
    Em outras palavras , o rastro deixado por sua afirmação é que a pequenês que você sugere ser expurgada , encontrou rivalização competente , por conseguinte não sobra espaço para uma convivencia existencial.
    Veja bem , a convivência entre os opostos é a arte expressa por todos filosofos e ícones religiosos da humanidade .
    Por isso , na minha opinião , o livro e também o filme , devem ser vistos apenas como uma oportunidade de faturamento daqueles que o produziram .

  7. jose carlos kriver disse:

    Vendo estes comentarios acima , dá para perceber que existe uma atribuição de valor muito forte a quem quer que se arrisque escrever uma obra , como que se um escritor consegue emplacar sua obra , com certeza teria sido por uma correão cientifica irrefutável. Não concordo com esta percepção.
    Quando um homem se depara com uma situação social contraria , êle deve se empenhar em transformar esta situação , e para isso , primeiro , acreditar nos proprios propositos , e depois partir para o convencimento das pessoas que o cercam .
    Quando não obtem o retorno desejado , deve então checar novamente a firmeza dos tais propositos e voltar a carga.Nada de esmorecer ou se ausentar . O que se viu nesta obra foi o contrario disso tudo.

  8. Carlos Vieira disse:

    Adorei o livro, as ideias e ideais de Alex Supertramp ele se tornou meu idolo estarei fazendo uma experiencia como a dele, so que em vez de ser no Alasca a minha vai ser na Amazonia,
    Mantenho voces informados

  9. Caio Lotierzo disse:

    muitos comentarios de pessoas de mente fechada
    provavelmente religiosos fanáticos

  10. Pollyanna disse:

    Sou apaixonada por esse filme, pois revela todos os lados de um ser humano, ainda que nas suas entrelinhas… mostra com clareza que muitas vezes cumprimos regras na sociedade,, não por serem primordiais e acrescentarem algo à nossa vida e sim, concordando ou não, nos tornar escravos de meras imposições, perdendo nossa essência. Nos tornamos mais selvagens que qualquer animal ao tentarmos revelar algo que não somos, mostrar algo que não temos, ensinar e cobrar algo que não aprendemos nem pra nós mesmos. Quem tem esclarecimento, dicernimento , se sente realmente tocado e acaba por sentir esse desejo de sair correndo, pelo mundo, sem documentos, sem nada que meça o tempo, sem nada que venha a regrar sua vida e sua liberdade. Vontade de viver, sentir, respirar a vida sem superficialidades… na sua mais profunda e verdadeira essência.

  11. Thais disse:

    É…o auto-conhecimento é mesmo uma aventura para poucos

  12. Josué Alcobassa disse:

    A existência da vida esta relacionada principalmente em novas conquistas, após assistir o filme fui inspirado a viajar, jamais tinha feito, fui de Paragominas-PA a Buenos Aires peguei carona viajei de ônibus por vários dias até chegar no destino, as pessoas as paisagens tudo era novo, tenho certeza que essa conquista me fez desprender do meu próprio medo. Realizando algo que nem mesmo eu acreditava ser possível.
    Essa realização me fez ser melhor e acreditar que tudo e possível.
    Notavelmente emocionante, deslumbrante essa obra!

  13. renata santos disse:

    Bom, vejo acima muitas idéias, diferentes pontos de vista. Concordo e descordo de uns. Acho que o “Supertramp”, só queria viver. Viver de uma maneira diferente, a vida não precisa ser ditada.
    Aprendi muito, os sentimentos aflorados dele, bem delicadamente me fizeram pensar e,me perguntar: será que é só isso? acordar, ir pro trabalho, voltas,dormir, ter o carro do ano.

    Enfim, a vida pode sim ser diferente. È possível ainda fugir disso tudo.

  14. jose carlos kriver disse:

    Após uma releitura,acabei por achar pontos positivos como a direção , que embora monotona, aprofunda o clima de autoconhecimento

  15. lucaschiari disse:

    Direção exemplar

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